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	<title>Spontaneum Weblog</title>
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		<title>Pescador de idéias</title>
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		<pubDate>Wed, 28 May 2008 04:42:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spontaneus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Madrugada a dentro ele visita weblogs pela internet a fora Buscando tornar material a rede que conecta As centenas de pessoas que se julgam sozinhas O coletivo virtual Serás tu um de nós?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=10&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Madrugada a dentro ele visita weblogs pela internet a fora</p>
<p>Buscando tornar material a rede que conecta</p>
<p>As centenas de pessoas que se julgam sozinhas</p>
<p>O coletivo virtual</p>
<p>Serás tu um de nós?</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/spontaneum.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/spontaneum.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/spontaneum.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/spontaneum.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=10&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Tabacaria</title>
		<link>http://spontaneum.wordpress.com/2008/05/13/tabacaria/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 01:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spontaneus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[TABACARIA Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. Janelas do meu quarto, Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é (E se soubessem quem é, o que saberiam?), Dais para o mistério de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=9&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">TABACARIA</p>
<p>Não sou nada.<br />
Nunca serei nada.<br />
Não posso querer ser nada.<br />
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.</p>
<p>Janelas do meu quarto,<br />
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é<br />
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),<br />
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,<br />
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,<br />
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,<br />
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,<br />
Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,<br />
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.</p>
<p>Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.<br />
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,<br />
E não tivesse mais irmandade com as coisas<br />
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua<br />
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada<br />
De dentro da minha cabeça,<br />
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.</p>
<p>Estou hoje perplexo, como quem pensou e achou e esqueceu.<br />
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo<br />
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,<br />
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.</p>
<p>Falhei em tudo.<br />
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.<br />
A aprendizagem que me deram,<br />
Desci dela pela janela das traseiras da casa.<br />
Fui até ao campo com grandes propósitos.<br />
Mas lá encontrei só ervas e árvores,<br />
E quando havia gente era igual à outra.<br />
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei de pensar?</p>
<p>Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?<br />
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!<br />
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!<br />
Gênio? Neste momento<br />
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,<br />
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,<br />
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.<br />
Não, não creio em mim.<br />
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!<br />
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?<br />
Não, nem em mim&#8230;<br />
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo<br />
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?<br />
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -<br />
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,<br />
E quem sabe se realizáveis,<br />
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?<br />
O mundo é para quem nasce para o conquistar<br />
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.<br />
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.<br />
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,<br />
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.<br />
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,<br />
Ainda que não more nela;<br />
Serei sempre <em>o que não nasceu para isso;</em><br />
Serei sempre só <em>o que tinha qualidades;</em><br />
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,<br />
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,<br />
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.<br />
Crer em mim? Não, nem em nada.<br />
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente<br />
O seu sol, a sua chava, o vento que me acha o cabelo,<br />
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.<br />
Escravos cardíacos das estrelas,<br />
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;<br />
Mas acordamos e ele é opaco,<br />
Levantamo-nos e ele é alheio,<br />
Saímos de casa e ele é a terra inteira,<br />
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.</p>
<p>(Come chocolates, pequena;<br />
Come chocolates!<br />
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.<br />
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.<br />
Come, pequena suja, come!<br />
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!<br />
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folha de estanho,<br />
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)</p>
<p>Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei<br />
A caligrafia rápida destes versos,<br />
Pórtico partido para o Impossível.<br />
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,<br />
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro<br />
A roupa suja que sou, em rol, pra o decurso das coisas,<br />
E fico em casa sem camisa.</p>
<p>(Tu que consolas, que não existes e por isso consolas,<br />
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,<br />
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,<br />
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,<br />
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,<br />
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,<br />
Ou não sei quê moderno &#8211; não concebo bem o quê -<br />
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!<br />
Meu coração é um balde despejado.<br />
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco<br />
A mim mesmo e não encontro nada.<br />
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.<br />
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,<br />
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,<br />
Vejo os cães que também existem,<br />
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,<br />
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)</p>
<p>Vivi, estudei, amei e até cri,<br />
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.<br />
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,<br />
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses<br />
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);<br />
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo<br />
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente</p>
<p>Fiz de mim o que não soube<br />
E o que podia fazer de mim não o fiz.<br />
O dominó que vesti era errado.<br />
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.<br />
Quando quis tirar a máscara,<br />
Estava pegada à cara.<br />
Quando a tirei e me vi ao espelho,<br />
Já tinha envelhecido.<br />
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.<br />
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário<br />
Como um cão tolerado pela gerência<br />
Por ser inofensivo<br />
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.</p>
<p>Essência musical dos meus versos inúteis,<br />
Quem me dera encontrar-me como coisa que eu fizesse,<br />
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,<br />
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,<br />
Como um tapete em que um bêbado tropeça<br />
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.</p>
<p>Mas o Dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.<br />
Olho-o com o deconforto da cabeça mal voltada<br />
E com o desconforto da alma mal-entendendo.<br />
Ele morrerá e eu morrerei.<br />
Ele deixará a tabuleta, eu deixarei os versos.<br />
A certa altura morrerá a tabuleta também, os versos também.<br />
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,<br />
E a língua em que foram escritos os versos.<br />
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.<br />
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente<br />
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,</p>
<p>Sempre uma coisa defronte da outra,<br />
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,<br />
Sempre o impossível tão estúpido como o real,<br />
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,<br />
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.</p>
<p>Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?)<br />
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.<br />
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,<br />
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.</p>
<p>Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los<br />
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.<br />
Sigo o fumo como uma rota própria,<br />
E gozo, num momento sensitivo e competente,<br />
A libertação de todas as especulações<br />
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.</p>
<p>Depois deito-me para trás na cadeira<br />
E continuo fumando.<br />
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.</p>
<p>(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira<br />
Talvez fosse feliz.)<br />
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.<br />
O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).<br />
Ah, conheço-o; é o Esteves sem metafísica.<br />
(O Dono da Tabacaria chegou à porta.)<br />
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.<br />
Acenou-me adeus, gritei-lhe <em>Adeus ó Esteves!</em>, e o universo<br />
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o Dono da Tabacaria sorriu.</p>
<p><em><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Álvaro de Campos, 15-1-1928</span></em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/spontaneum.wordpress.com/9/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/spontaneum.wordpress.com/9/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/spontaneum.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/spontaneum.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=9&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Coletivo virtual &#8211; revolução invisível</title>
		<link>http://spontaneum.wordpress.com/2008/04/16/coletivo-virtual-revolucao-invisivel/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 07:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spontaneus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Moçambique Colômbia Interessante!!! Na Colômbia, contra as FARC, em Moçambique, contra o governo. A indignação na consciência de cada um se fez coletiva no espaço virtual e voltou para se manifestar no mundo lá fora. É a revolução invisível. No Brasil &#8211; como fazer? Temos por aqui um exemplo de manifestação popular espontânea positiva: o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=5&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Moçambique" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/06/mocambique-protesto-organizado-via-sms-tem-cobertura-na-blogosfera/#comment-1433" target="_blank">Moçambique</a></p>
<p><a title="Colômbia" href="http://pt.globalvoicesonline.org/2008/02/05/colombia-unidos-na-marcha-contra-as-farc/" target="_blank">Colômbia</a></p>
<p>Interessante!!!</p>
<p>Na Colômbia, contra as FARC, em Moçambique, contra o governo. A indignação na consciência de cada um se fez coletiva no espaço virtual e voltou para se manifestar no mundo lá fora.</p>
<p>É a revolução invisível.</p>
<p>No Brasil &#8211; como fazer?<br />
Temos por aqui um exemplo de manifestação popular espontânea positiva: o Carnaval! São milhares de pessoas se organizando em várias cidades do país para celebrar a liberdade.</p>
<p>O brasileiro é também capaz de se unir em protesto?</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/spontaneum.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/spontaneum.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/spontaneum.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/spontaneum.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=5&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Problema de bit preso</title>
		<link>http://spontaneum.wordpress.com/2008/04/16/problema-de-bit-preso/</link>
		<comments>http://spontaneum.wordpress.com/2008/04/16/problema-de-bit-preso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 05:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spontaneus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://spontaneum.wordpress.com/?p=4</guid>
		<description><![CDATA[As verdadeiras leis são as linhas de código. E uma equipe de programadores é muito mais forte do que uma equipe de juristas. Tentar restringir a circulação de determinados bits na internet trata-se de uma tentativa desesperada da antiga justiça, cada vez menos poderosa, de reclamar poder através da polêmica. A polêmica, quando mal usada, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=4&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As verdadeiras leis são as linhas de código.<br />
E uma equipe de programadores é muito mais forte do que uma equipe de juristas.</p>
<p>Tentar restringir a circulação de determinados bits na internet trata-se de uma tentativa desesperada da antiga justiça, cada vez menos poderosa, de reclamar poder através da polêmica.<br />
A polêmica, quando mal usada, é o atalho para o ridículo.</p>
<p>Porém, quando bem usada é uma excelente fonte de poder.</p>
<p>Acredito que a justiça brasileira está fazendo seu papel maior &#8211; incentivando a união e auto-organização dos cidadãos. Afinal de contas, agora temos nosso motivo.</p>
<p>Blogueiros do Brasil &#8211; união e protesto!</p>
<p><strong>LIBERDADE AOS BITS !</strong></p>
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		<title>Blogueiros</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 12:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>spontaneus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais do que expor suas idéias, mais do que influenciar os outros, o verdadeiro blogueiro desperta nos demais as suas opiniões mais íntimas e a obstinação cardíaca de lutar por elas. O verdadeiro blogueiro não é aquele que expõe suas idéias. Nem aquele que pode influenciar os outros. O verdadeiro blogueiro é aquele que provoca. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=spontaneum.wordpress.com&amp;blog=3477280&amp;post=1&amp;subd=spontaneum&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais do que expor suas idéias, mais do que influenciar os outros, o verdadeiro blogueiro desperta nos demais as suas opiniões mais íntimas e a obstinação cardíaca de lutar por elas.</p>
<p>O verdadeiro blogueiro não é aquele que expõe suas idéias. Nem aquele que pode influenciar os outros. O verdadeiro blogueiro é aquele que provoca.</p>
<p>.a vontade incontrolável de lutar pelo que se pensa.</p>
<p>cardíaca</p>
<p>insana</p>
<p>sem filtros, sem escolhas</p>
<p>direto da alma, ilógica</p>
<p>espontânea.</p>
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